Colecção de histórias infantis, para encantar os mais pequenos.

29
Mai 08

Os sapos, as rãs e as pererecas passavam dias e noites brincando e cantando no lago da Alegria Sem Fim.

Jurubeba era um sapo implicante, que não enxergava direito, mas não era mau.

Só que ela achava a lagoa bagunçada. por isso, sem perguntar nada a ninguém, resolveu arranjar um rei para pôr ordem nela.

 

 

 

 

Sapo Bolão, já bem velho e muito sábio, falou para Jurubeba:

 

 

- Não faça isso! Seus amigos da lagoa vão ficar com raiva de você. Quem quer um rei?

 

 

Mas Jurubeba não ouviu o sapo Bolão. Um dia, ele viu um enorme sapo boiando nas águas da lagoa e gritou:

- Achei! Achei o nosso rei!

Mas o enorme sapo não passava de um tronco velho, coberto de cipós, com um buraco que parecia mesmo uma grande boca aberta.

 

Jurubeba pensou que fosse um sapo-boi.

Os sapos, as rãs e as pererecas levaram um susto ao ver aquele tronco feio com a coroa do rei dos sapos. Mas não tiveram coragem de deixar Jurubeba triste e se calaram.

Uma manhã, a rãzinha Aretiza acordou de mau humor:

- Já cansei! Fora, seu tronco velho e feio!

Jurubeba acordou com os gritos de Aretiza. Pulou em cima do tronco e gritava:

- Faça alguma coisa, rei dos sapos! Você não é de nada?

Mas o rei não se mexia.

Finalmente, já cansado, Jurubeba voltou para a margem do lago e chorou.

Sapo bolão e Aretiza riam a bandeiras despregadas:

- Rei dos sapos??!! Só se for rei dos troncos velhos!

 

 

 

publicado por JAD às 13:42

28
Mai 08

Certo dia, a Mata da Tijuca amanhece repleta de cartazes anunciando para Sábado da Aleluia uma grande festa no céu. As aves da redondeza ficaram tão empolgadas com a notícia que, na véspera do baile, a Lagoa dos Bichos já não tinha mais lugar para tanta ave para tomar banho e ordenar a plumagem.
Perto dali, acocorado numa pedra à beira do lago, o Sapo-Cururu assistia o assanhamento das aves, remoendo-se de curiosidades. E pergunta a uma Garça ao seu lado:
- Dona Garça, por que a passarada está tão animada?
A ave branca, do alto de suas pernas, reclina a cabeça e responde:
- Você não leu os cartazes? Vamos para a uma festança no céu.
O Sapo incha o papo:
- Então, é isso?
- Não vale o sacrifício?
- Sim, claro – engole espuma o anfíbio, enciumado.
Antes de levantar vôo, a garça ainda gazea:
- Engraçadinho, se outro tipo de bicho pudesse ir, levaria você a tiracolo.
O sapo revira os olhos e arremata:
- Não se acanhe, dona Garça, caso tenha vontade de ir, darei meu jeito. Dizem que quem possui padrinho cristão jamais morre pagão.
Meio desapontado, o Sapo fica ali um longo tempo cogitando melhor maneira de ir à grande festa. Por fim, imagina que o Urubu seria a melhor condução.
- Coac! Coac! Breq-qué-queeep... O bicho voa alto, é forte e não engole sapo... pelo menos vivo, eu acho.
Entusiasmado com a idéia, o Sapo-Cururu sai pela floresta à procura do Urubu. Depois de saltar muito pela região encontra a ave empoleirada num tronco seco de Angico, aquecendo os pés ao sol da manhã.
- Boa tarde, amigo Urubu - cumprimenta o Sapo.
O Urubu, com cara de papa-defuntos e pouca conversa, levanta as pálpebras, mede o sapo de cima a baixo e resmunga:
- Huuuummmm!...
- O amigo vai à festa no céu?
- Vou.
- Arre!... Tão elegante assim, vestido nesta bem engomada casaca preta, deve ser o artista que vai animar a festança com sua viola, certo?
- Certo, anfíbio. Mas, não espere convite para coaxar numa folia de aves! Você lá, nem para fazer segunda voz!
O Sapo, pela arrogância do Urubu, prefere nem tocar no assunto da carona. E conclui:
- Leve minhas lembranças aos nobres convidados.
O Urubu, depois de uma boa risada:
- Caso pudesse voar, seria uma boa oportunidade para me ver tocar de graça, não é mesmo?
- Trem bom assim, a gente não deve perder, mas fica para outra oportunidade – lamenta o sapo.
O Urubu abre o bico num bocejo de pouco caso.
- Na volta, me procura que eu conto tudo a você, está bem? Agora, me dê licença que eu preciso voar um pouco para exercitar os músculos.
- Claro. Claro - concorda o Sapo já imaginando como pegar uma boa carona até o céu.
Em pouco tempo o Urubu levanta vôo e começa a rodar lá nas alturas, quase encostado nas nuvens. O sapo então corre para dentro da casa do violeiro e salta para dentro da sua viola, encostada na parede do quarto. Astuto como todo anfíbio fica ali quietinho, esperando o momento da partida para a festa.
No dia seguinte, mal o sol anunciava a manhã, o Urubu acorda cheio de ânimo. Espreguiça para despertar o restinho de sono e sai meio desengonçado para cozinha para devorar um pedaço de carne velha, guardado na geladeira sem motor. Em seguida, agarra a viola e parte para o grande baile, levando o Sapo de carona. Sem saber, é claro.
Depois de longas horas de vôo, o Urubu chega ao salão de festas do céu, onde foi recebido com alegria pelos companheiros.
- Espero ter feito boa viagem, mestre Urubu? - quis saber o Papagaio-de-Papo-Amarelo.
- Ótima – responde o músico enquanto deixava o instrumento sobre um montinho de nuvens e sai a tagarelar com os amigos.
O Sapo, ao ver o músico entretido com os outros pássaros, deixa a viola e esconde-se atrás de outra nuvenzinha que enfeitava o salão. Sem ser visto, fica ali até o baile começar. Quando ele viu que a pista de dança já estava lotada de dançarinos, deixa o esconderijo e mistura-se aos alados na maior empolgação.
No princípio, ave nenhuma desconfia de nada, achando ser um pássaro fantasiado de sapo, até que a Seriema, naquele fogo todo, tromba com o anfíbio e percebe que era um sapo de verdade. Escandalosa, como todas as aves da família cariama cristata, ela pipita em alto e bom som:
-Tem sapo entre a gente.
Na mesma hora um rebuliço frenético rompe na pista. O Urubu deixa de tocar. As aves param de dançar e começam a formar um circulo em volta do Sapo; cada uma olhando para a outra e para o intruso ao mesmo tempo, como quem não sabe se está acordado, dormindo ou sonhando.
A Perdiz, indignada, pia:
- Oh!... Oh!... que cara-de-pau!
A Gaivota, inquieta, pipila:
- Com que passaporte e com visto de quem o senhor entrou nesta festa?
A Cegonha, cheia de não-me-toques, glotera:
- Tem cabimento, bicho gosmento desse jeito no meio da gente!
Mas o Sapo, entorpecido pela animação do folguedo, continuava dançando e coaxava cada vez mais alto:
- Coac! Coaaaaaaaaac! Breq-qué-queeeeepppppp.
O Urubu, com a barbela vermelha de raiva, crocita:
- Quieta aí, bicho dos infernos!
O anfíbio, ao ver a grande ave na sua frente, pára de pular. Cobre a cabeça de medo e começa a soluçar.
O Gavião balança a cabeça, enfurecido.
- Que tal destrinchar esse pançudo, jogar pimentinha em cima e degustá-lo aqui mesmo?
Vários pássaros, ao ouvir a sugestão do falconídeo, batem asas aplaudindo a idéia. A Saracura, ao perceber que o clima esquentava entre os alados, procura acalmar os mais exaltados.
- Não é melhor deixar de lado esse trololó!... Não que eu defenda esse mequetrefe aqui, mas estamos no céu é para divertir, não é? Já que ele veio, sabemos lá como, que fique e se divirta também.
E, virando-se para o músico:
- Compadre Urubu, considere meu pedido. Continue a música para a felicidade geral da nação alada.
Depois de um rápido bate-bico entre a passarada, a maioria decidiu que o baile deveria continuar, mesmo com a presença de um estranho. O Urubu volta a tocar viola e enche o salão com o som das paradas. O Sapo, revigorado do susto, também cai na farra e dança o resto da noite no meio das aves. No final da festa, o Urubu anuncia uma surpresa:
- Aves de meu reino, para fechar com chave de ouro nossa festa uma bateria de fogos de artifício vai pipocar no céu.
Logo em seguinda, estoura no infinito uma roda de fogos que espalha centelhas de luzes coloridas para todos os lados, tão incandescentes que quase transformam a madrugada em dia. O Sapo, em vez de curtir o espetáculo de fogos, aproveita a distração dos pássaros para garantir a carona de volta. Sai de fininho e, outra vez, fica arranchado no bojo da viola, que descansava em um canto do palco.
Ao cessar o foguetório, o Urubu despede-se das aves, atrela a viola entre os dedos dos pés e, mesmo cansado, se precipita céu abaixo. Tudo ia bem quando, lá para muito mais da metade do caminho, já meio lerdo de tanto sono, quase tromba num avião teco-teco.
- Urubu azarento, sai do meu caminho – berra o aviador, assustado com imprudência do pássaro.
Roxo de vergonha, o Urubu pede desculpas ao piloto e desvia o quanto pode da aeronave. Azar para o Sapo. Com o incidente, ele rebateu tanto dentro da viola que o abutre descobriu tudo.
- Com mil diabos!... Passeando às minhas custas!... Pois fique sabendo que minha viola não é condução nem sou motorista de enxerido nenhum!
- Por favor, eu explico.
O Urubu, sem dó nem piedade, emborca a viola, gritando:
- Ahhhhh!... Guarde as explicações para São Pedro. Ele pode até engolir um sapo, eu não! Cai fora, peste, porque quem planta vento, colhe tempestade!
O Sapo imediatamente foi jogado para fora da viola. Em queda livre ele até fazia promessas:
- Coac! Coac! Breq-qué-quep!... Bléu... Bléu... Bléu... Desta vez, se escapar, nunca mais irei foliar no céu.
Ao ver tanta pedra lá embaixo, ainda arrisca até um pedido:


Pedrinhas do meu coração,
Arredam!... Arredam!... que preciso cair no fofo.
Vivo se continuar a Deus peço perdão
E só na lagoa farei alvoroço.

Mal acaba de declamar o versinho cai esborrachado no chão. Não morre, mas fica com o corpo mais achatado e a pele mais verrugosa do que antes. Ao mirar-se na água da lagoa leva o maior susto com o novo uniforme.
- Ufa!... Agora só vou a uma festa se convidado. Nada de xeretagem... cada sapo no seu brejo!
E salta para a água, cantando:
- Coaaaaaaac! Coac! Breeeeeeq-qué-quep!

publicado por JAD às 13:53

Havia uma casa grande toda pintada de branco com janelas azuis, na Rua do Coração que ficava no lado leste da cidade da Imaginação. A casa tinha, na frente, um belíssimo jardim com flores de todos os matizes. Pássaros, abelhas e borboletas viviam felizes ali. Na casa viviam o casal e duas meninas, uma de sete anos e a outra de quatro. Dentro da casa era como no jardim, um paraíso de alegria. As meninas eram como os pássaros e as borboletas, alegres e traquinas.

 

Numa tarde, quando as duas brincavam na frente da casa, a menina mais velha, Mariana, percebeu que faltava algo para aumentar a beleza do jardim.

- Já sei! – disse ela – Uma fonte.

Entrou e foi falar com o pai.

 

- Papai, porque não faz uma fonte no jardim. Ele ficaria mais bonito e os passarinhos podem beber água e tomar banho.

 

- Tens razão, filhinha, eu vou providenciar.

 

E o pai chamou o vô Zelito, conhecido pedreiro da cidade e que tinha fama de bruxo. Diziam que ele fazia bruxaria e que coisas inexplicáveis aconteciam com as obras que ele executava porque misturava, ao cimento, um pó mágico feito asa de morcego.

Depois de uns dias de trabalho, lá estava a fonte jorrando água para o alto e com um sapo esculpido em cimento (será que tinha o tal pó) na posição de quem se mira no espelho da água. Uma verdadeira obra de arte. Os pássaros e as duas meninas estavam felizes.

 

Numa tarde vô Zelito caminhava pela Rua do Coração e, ao chegar diante da casa da fonte, avistou a menina Mariana agachadinha olhando o sapo. Zelito parou e disse, assustando a criança distraída:

 

- Parece de verdade, não é?

 

- É. Ele só falta pular e coaxar... – respondeu, refazendo-se do susto.

 

- Não quer experimentar? – perguntou o velho.

 

- Mas ele é um sapo de cimento, nunca será um sapo de verdade...

 

- Vamos, feche os olhos e deseje muito para ver o que acontece. – recomendou o velho Zelito.

 

Mariana fechou os olhos e desejou muito, com toda a força do seu coraçãozinho. Escutou um barulho. Foi abrindo os olhos bem devagar... Olhou para o sapo e lá estava ele comendo os insetos que se acumulam na água parada.

E o vô Zelito? Ele não estava mais no portão. Desapareceu. Mariana ficou intrigada, não com medo, e resolveu que iria colocar aquela história em pratos limpos tão logo encontrasse o vô Zelito.

 

- Ele vai ter de me explicar tudinho. Quero saber como o sapo ganhou vida e depois de alguns minutos voltou a ser de cimento... eu quero saber... – dizia ela entre os dentes.

 

Dias depois, a menina estava no jardim colhendo flores e, de costas para o portão, não viu que vô Zelito apareceu como num passe de mágica. Só ouviu a sua voz que dizia:

 

- Você disse que eu tenho de lhe explicar tudinho, eu vim para isso.

 

Virando-se ela lhe perguntou:

 

- Como o senhor sabe que eu disse isto? Não estava mais aqui quando o sapo virou de cimento novamente! O senhor é bruxo, mago ou duende desses que advinham tudo?

 

O velho não negou nem confirmou e, sorrindo, respondeu:

 

- Esquece que o vento carrega as palavras e os pensamentos da gente para o espaço?  É por isso que eu sei.

 

- Então me diga como é que o sapo ficou vivo e depois virou de cimento. – pediu ela.

 

- Eu mandei você fechar os olhos e desejar muito, não foi? O seu desejo sincero e a sua fantasia deram vida ao sapo. Só que a fantasia é temporária, não pode durar para sempre. Terminado o tempo, volta tudo à realidade. Você pode se valer desse recurso para sonhar sem se perder no sonho. Porque se você viver no mundo da fantasia sem limite ficará decepcionada com a realidade quando for adulta.

 

- Então, se eu não exagerar, posso fazer o sapo viver quando eu quiser?

 

- Sim. – respondeu o vô Zelito desaparecendo numa nuvem branca confirmando as suspeitas de Mariana.

 

– Ele é um mago... eu não me enganei... eu não me enganei... – murmurava a menina meneando a cabeça.

 

Mariana ficou contente. Agora ela podia ter o sapo vivo na fonte quando quisesse, podia falar com as flores e ouvi-las, com as borboletas, com os pássaros, com as minhocas, com os besouros, com as abelhas... Seria um tremendo falatório, tremenda algazarra... tremenda bagunça... balburdia geral... era só desejar muito.

 

- Ei, pode parar! – exclamou ela para si mesma, lembrando-se das palavras do velho Zelito – Alguém pode pensar que sou louca... Fantasia tem limite. – completou a menina.

publicado por JAD às 13:45

Numa floresta muito grande e cheia de bichos, habitavam várias famílias de animais.
Desde insetos e até mesmos leões com suas leoas e filhotes.Todos cuidavam de suas vidas e da comida também. Os macacos eram os mais alegres, pois estavam sempre brincando e pulando de galho em galho, como se fosse uma festa.Os pássaros regiam a orquestra, pois entre tantos gritinhos, urros e barulhos dos bichos parecia mesmo uma grande orquestra.
Estava um dia o sapo tomando seu banho de sol, quando ouviu que lhe dirigiam a palavra.Logo abriu seus olhinhos procurando quem com ele estaria falando!
Eis que vê uma linda flor cor-de-rosa cheia de pintinhas...
Assim estava dizendo ela: - Nossa que coisa mais feia! Nunca vi um bicho tão feio!
- Que boca tão grande, que pele tão grossa...
- Parece até uma pedra, aí parada, sem valor nenhum.
- Ainda bem que sou formosa, colorida e até perfumada.
- Que triste seria ser um sapo!!!
O sapo que tudo ouvia ficou muito triste, pois sempre que via a flor, pensava:
- Que linda flor, tão perfumada, que cores lindas, alegra a floresta!
Mas a flor agora havia se mostrado dizendo tudo aquilo do sapo.
De repente surge o gafanhoto saltitante e vê a flor, mas não o sapo.
A flor, quando o percebeu, ficou tremendo em seu frágil caule.
- Meu Deus, que faço agora?
Vocês sabem que o gafanhoto gosta de comer as pétalas de qualquer flor que encontre, e ela seria assim sua sobremesa...
O sapo, quietinho, quietinho, não se mexeu, e quando o gafanhoto se aproximou da flor, nhac... o alcançou com sua língua.
A flor que já se havia fechado, pensando que iria morrer, abriu-se novamente não acreditando no que havia acontecido.
Mas dona árvore que desde o início a tudo assistia, falou muito energicamente e brava lá do seu canto:
- Pois é dona flor, veja como as aparências enganam.Tenho certeza que a senhora gostaria mais do elegante e magrinho gafanhoto. No entanto, veja como ele teria sido tão mau com a senhora!
Às vezes pensamos e dizemos coisas sobre nossos semelhantes que não são verdadeiras. Precisamos tomar muito cuidado com o que falamos, sabe por que?
- Não - dizia a flor ainda tremendo de susto.
- Todos nos somos diferentes, de formas diferentes, e até pensamos diferente.
- Você sabe que existem também outras formas de se falar?
- Não. Não sabia - disse a flor espantada com a sabedoria da árvore.
- Pois então minha pequena, da próxima vez que for falar de alguém, pense antes, pois este alguém poderia ser você.
- Agora agradeça ao seu amigo sapo o favor que ele lhe fez, e também conte aos outros o que aprendeu aqui hoje.
Com sua vozinha fraca a flor disse ao sapo:
- Meu amigo, você é, realmente, amigo. Agradeço-lhe ter me salvado do gafanhoto e prometo que nunca mais falarei de ninguém.
- Aprendi a lição e dona árvore me ensinou também.
Todos os bichos que estavam assistindo bateram palmas.
E assim amiguinhos, aqui fica a lição: somos todos iguais. Existem bons e maus, mas podemos escolher de que lado vamos ficar.....

publicado por JAD às 13:44

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